Papo de Mulherzinha

Post Convidado: Qual é o pente que te penteia?

E subitamente você resolve se convencer de que ele só queria mesmo sexo.  A parte chata de ser mulher no sentido mais pejorativo da palavra é essa de confundir as coisas. Mas de quem terá sido a brilhante idéia de separá-las? Certamente de uma de nós não foi, minhas caras, visto que sabemos – mesmo quando nos fazemos de super-poderosas – que não há como isso funcionar.

Uma relação meramente sexual só pode acabar, seja virando um relacionamento de verdade, seja virando pó mesmo, deixando claro o quão absurda é essa modalidade de relacionamento. Tanto que, num levantamento recente do Instituto Brasileiro de Medição do Tempo Perdido, a frase “Foi bom enquanto durou” foi apontada como a que melhor descreve a situação. É tão ruim que só não perde para chegar em segundo lugar e para a sensação de querer o azul, mas aceitar o vermelho.

É como tênis de corrida apertado, blusa manchada no trabalho, beijar com mau hálito e dor de cabeça na hora do sexo: já que não tem jeito… Mas se o que a gente sempre procura é mesmo o pente certo – como diria a célebre desconhecida que caprichou na minha nota de R$ 2,00 –, por que apostar no errado?

Post Convidado: A gente somos inúteis

Acredite em mim: se parar para pensar no tempo que atirou pela janela com coisas inúteis pode ser que entre em pânico. É por isso que simplesmente não as conto mais. Na verdade, parei no terceiro item daquele que seria meu top 10 desperdício para não entregar mais um ponto às inutilidades. Mas, com a contabilidade parcialmente feita e com certo grau de inevitável irritação, melhor fazer da minha lista uma causa nobre e discutir o assunto com quem, como eu, tem talento para o que de nada serve.

Na terceira posição, a confirmação de que ex-namorados não podem ser amigos, ainda mais se um for desequilibrado. Forçar a barra, além de doloroso, dá muito mais trabalho para, no fim das contas, ir parar com honras e estrelinhas no hall das inutilidades.

Relacionamentos tipo “sexo casual” nunca funcionam. Isso porque, se não deixam de ser casuais, continuam vazios. Na primeira hipótese, menos mal, menor desperdício. Na segunda, a mais comum, puta que pariu.

O topo fica por conta do MSN. Na maior parte do tempo a gente nem está com vontade de falar e ainda por cima não tem tempo para. Então por quê? Por quê?

Um dia, quando tiver tempo, prometo que termino a lista.

fake ad - add real google adsense code in regularad.php

Ctrl C + Ctrl V – Katie Holmes

Dizem por aí que ‘nada se cria. Tudo se copia’. Pois bem. Esse princípio pode ser muito útil quando estamos em busca de um estilo próprio  ou quando falta inspiração para escolher o look do dia.

Uma boa opção para esses casos é buscar inspiração em lookbooks de marcas que você gosta (Eu sou louca por lookbooks. Sempre que chego em uma loja, vou logo pedindo um. São ótimos porque são mais ‘comerciais’ do que os catálogos e sugerem combinações legais -  e ‘usáveis’ – para o dia a dia) ou se inspirar em atrizes e/ou cantoras que você admira ou sejam conhecidas pelo bom gosto ‘estilístico’.

Eu, por exemplo, sou fã da Katie Holmes. Desde os tempos em que ela interpretava a inteligente, tímida e um pouco sem sal, é verdade, Joey Potter de Dawson’s Creek. De lá para cá, Katie evoluiu muitoooo no que diz respeito a seu estilo (ainda bem!). Passada a ‘euforia fashion’ dos primeiros anos como senhora Cruise, a atriz desenvolveu um estilo atual, ligado nas tendências, mas ao mesmo temo elegante e chique.

FP_IMAGE_5240142/FP_SET_5237913

100406P1

Katie Holmes

KatieG0801_468x631 

Ela pode estar em uma premiére ou passeando à vontade com a pequena Suri por Nova York, não importa: seu visual é sempre uma boa fonte de inspiração e tendências. Katie anda, atualmente, numa fase mais ‘relax’, com calças largas, boyfriend, camisas (a maioria xadrez, que eu adoro!!) e sapatos oxford (ela já apareceu com um preto e outro nude. Gosto mais do nude. Acho que fica mais delicado e o formato com a ponta mais fina ajuda a alongar um pouquinho as pernas). Adoros os vestidos: desdes os mais simples, usados com cintinhos e cardigãs, até os modelos usados nas premiações ou festas.

Talvez não tenha sido à toa o fato da a atriz ter sido escolhida para interpretar a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em um novo seriado de TV. Segundo os sites de cleberidades, a semelhança entre as duas impressionou a produção do programa. Acho essa comparação um pouco demais, mas de qualquer forma, fica ai um bom exemplo de estilo.

get

Sex and the City

carrie-bradshaw-satc-movie2_0

No começo de junho comentei – no post sobre o Dia dos Namorados – que estava escrevendo um outro post sobre Sex and the City. Então, com mil e uma coisas para fazer, acabei esquecendo dele!! Por isso, resolvi retomar o assunto agora.

Eu, como hiper fã da série, fui correndo para o cinema assistir ao segundo filme da franquia.  Eu a-do-rei! A história é divertida – não tem toda aquela carga dramática do primeiro filme (fico arrasada até hoje quando vejo a cena do Big deixando Carrie na igreja!) – e as locações nos Emirados Árabes são sensacionais.

Mas a questão é: acho que em algum momento da vida todo mundo acaba se identificando – pelo menos um pouquinho – com alguma personagem de uma história, livro ou (por que não?) série de TV que goste. Eu já tive meu momento Dawson’s Creek (no auge da adolescência), depois veio Friends e agora sou uma entusiasta das mulheres de Sex and the City.

Primeiro, é claro, pelo apelo fashion que a série tem. Amo o figurino descolado, o mix de peças high and low e as combinações pra lá de extravagantes de Carrie (a maior inspiração!). É um sonho ver vestidos Prada e Dior; bolsas Gucci e Fendi; sapatos Manolo Blahnik e Jimmy Choo. Sonhos de consumo de 9 entre 10 mulheres. Acho super legal também ver como ao longo do seriado Carrie continuou se ‘aventurando’ pelo mundo da moda, mas se tornando mais elegante… uma prova de maturidade também no aspecto ‘fashion’.

Além disso, sou fã do ‘Carrie’s way of life’. A personagem é livre, independente e segura de si – por mais que muitas vezes sofra com algumas inseguranças momentâneas, escorregões e paranóias tão comuns em nós, mulheres.

Isso sem falar, é claro, em seus namorados. O Aidan (que reaparece no segundo filme) é um fofo, o cara perfeito, com o qual é possível ter uma relação tranquila, estável, sem grandes dramas ou sofrimentos. O sonho de consumo de qualquer mulher. No entanto, há sempre o Big no meio do caminho. Que mulher nunca teve um Big em sua vida? Por mais que ele seja confuso, complicado e que a relação com ele seja uma constante visita a uma montanha russa de emoções, não dá para apagar o fugir: ela será sempre o Mr. Big!

É como a própria Carrie diz em Sex and the City 2 (não, não vou contar o que acontece no filme, apesar de todo mundo já saber!): que no fim das contas, ela é só uma garota que passou os últimos anos badalando para cima e para baixo tentando fazer com que o homem que ela amava a amasse também.

Super gente como a gente, não? =)

Back to the 50’s/ 60’s!

Há dois períodos da História recente pelos quais sou fascinada: a década de 1920 e o período entre o final dos anos 1950 e início dos anos 1960.  Acho que é impossível pensar na Moda sem olharmos para o contexto social, econômico e político que a cerca. E o tal ‘contexto’ neste período estava cheio de fontes de inspiração.

Lendo alguns sites essa semana, encontrei imagens desse editorial que sairá agora em julho na Vogue americana. As fotos foram bem comentadas nos blogs de moda. Com o título ‘The American Dream’, o editorial mostra o ator Ewan McGregor (que eu amoooooooo desde Moulin Rouge) e a modelo Natalia Vodinova. A história se passa por volta de 1957 e mostra um típico jovem casal norte americano do período: ele, um executivo em ascensão; ela, a jovem esposa sempre elegante. No decorrer das fotos, percebe-se que esse ’sonho americano’ não é tão perfeito assim.

Vogue

vogue2

Adorei o editorial. Primeiro porque adoro esse clima retrô – sim, prefiro olhar para o passado do que para o futuro, vai entender. Além disso, acho que tem tudo a ver com o momento atual. No final dos anos 50/início de 60 o mundo se recuperava de sua segunda guerra, a economia melhorava e a euforia tomava conta, os homens estavam de volta para reassumir seus lugares nas famílias e na sociedade, as mulheres voltavam ao papel de donas de casa (não sem alguns ‘protestos’, diga-se de passagem), as crianças, fruto do baby boom do pós-guerra, estavam crescendo.

Essa virada de década é um período de ‘gestação’, um caldeirão para novas ideias como, por exemplo, o movimento feminista – que ‘explode’ por volta de 1969 – encabeçado pelas mulheres que não aceitavam retornar a esse papel de ’secretárias do lar’, uma vez que já haviam assumido o controle de suas famílias no período de guerra; e o movimento hippie liderado pela geração fruto do pós-guerra, que cresceu ouvindo as histórias sobre os horrores do conflito.

E a moda, como não poderia deixar de ser, refletiu tudo isso. Por isso, fico encantada com essa volta do luxo retrô da virada dos anos 50 para os anos 60. Ele apareceu nos desfiles de inverno de muitas grifes do Hemisfério Norte, como Prada, Marc Jacobs, Louis Vuitton e Miu Miu. Aqui no Brasil, as grifes mais ‘comerciais’, de fast fashion, também não perderam tempo e já apostam no estilo ladylike para o verão com muitas saias rodadas e cintura marcada, mas em cores e padronagens mais modernas.

Nasceu!!

Calma, clama, gente. Não é nada disso que vocês estão pensando! É que depois de quase seis meses, e muitos imprevistos, nasceu a minha monografia da pós. Confesso que não ficou assim essa Brastemp… queria ter entrado aprofundado mais alguns temas. Mas como prazo está se esgotando, tive que terminá-la assim mesmo.

Como uma ‘nova mãe’ orgulhosa de seu trabalho (rs), vou publicar aqui a conclusão da minha pesquisa. Minha ideia era mostrar como os seriados de televisão norte-americanos reproduzem, popularizam e criam Moda. Na minha opinião é possível, sim, traçar um paralelo entre a evolução da TV – e dos seriados, um de seus mais populares produtos – com a evolução da Moda em nossa sociedade. A Moda é um produto cultura, está presente em vários níveis de nossa vida, então, por que não usufruir do poderio da TV para ‘expandir’ seus domínios? (Muita viagem??)

A Moda é um produto de nossa sociedade, faz parte de nossa cultura. Assim, não é de se estranhar que ela tenha encontrado um lugar próprio dentro da televisão – outro importante e poderoso produto cultural. A evolução da Moda dentro da TV acompanha a própria evolução da televisão como meio de comunicação de massas. Esse processo começa a ganhar forma na década de 1960 com a expansão da TV ao redor do mundo.

 De todos os produtos televisivos, os seriados americanos estão entre os mais disseminados – basta listarmos a quantidade de séries produzidas por ano ou ligarmos a TV para encontrar um canal transmitindo tal programa[1]. Adaptados das populares novelas do rádio, esse formato se aproxima do público ao retratar – seja em tom de drama ou comédia – o dia a dia de personagens comuns, como qualquer pessoa. Esse aspecto de ‘normalidade’ ajuda a criar uma identificação com os telespectadores e, conseqüentemente, alavanca a popularidade – a audiência – das séries.

A Moda inicia seu processo de inserção nos seriados de TV de maneira discreta, com referências expostas nos figurinos dos personagens. É assim em ‘A Feiticeira’, uma das mais populares séries da década de 1960[2]. Samantha (Elisabeth Montgomery) personifica a moda e o jeito das jovens donas de casas americanas da época (ou, pelo menos, o que se esperava delas). O figurino da personagem na primeira temporada traz ainda alguns traços do vestuário da década de 1950. Ao longo dos anos, passa pelo visual à la Jackie Kennedy, ganha calças e um ar um pouco mais descontraído e chega, no início da década de 1970, a cabelos lisos e minissaias.

No outro extremo está Serena (também interpretada por Liz Montgomery). A bruxa, prima de Samantha, personifica todos os ‘rompantes’ ousados da década: encara o op-art, o estilo hippie, as meias coloridas e todas as peças avant-gard.

Na década de 1970, a televisão já estava presente em mais 95% dos lares americanos. Com a popularização do veículo, os seriados passam, então, não só a refletir padrões, conceitos e valores da sociedade na qual estavam inseridos, mas também a criar novos padrões e a despertar o desejo pelo consumo em muitas telespectadoras.

Paralelamente, as mulheres começam a ganhar força dentro da TV, um pequeno reflexo do movimento feminista que estava por vir. De donas de casas, à mercê dos maridos, elas passam a agentes poderosas, assumindo abertamente o controle das situações. Cresce o número de seriados em que as mulheres aparecem, por exemplo, como policiais ou agentes da lei.É o caso de ‘As Panteras’. O visual das três personagens principais refletia o que estava em voga na época: a substituição da silhueta rígida, triangular, da minissaia pelas linhas longas e esbeltas da midi e máxi e a crescente dependência feminina das calças. Além de popularizar ‘novos looks’, como a pele bronzeada e o cabelo em camadas e volumoso de Farrah Fawcett, que se tornaram ícones.

Os anos 80 começam ao final da ‘era’ disco e trazem novos ideais de sucesso e poder. Os yuppies – jovens que atingiram o sucesso profissional, muitas vezes, antes dos 30 anos – são a nova referência. O visual imponente impera no chamado ‘power suit’, com ombros marcados e calças de cintura alta. As mulheres eram, definitivamente, poderosas.

A televisão já havia se tornado um utensílio doméstico indispensável e comum em milhares de lares ao redor do mundo e agora começava a reforçar sua influência. Dessa forma, ‘Dallas’ – o mais longo seriado da TV americana, que ficou no ar por 14 anos – retrata esse culto ao poder e ao dinheiro. Os integrantes da família Ewing trazem de volta às telas os vestidos longos, os smokings, as jóias e tudo o que o dinheiro poderia comprar.

A década de 1990 marca o início do processo de globalização. A moda já está em todos os lugares: nas revistas, nas vitrines, nas ruas e na televisão. Os estilistas ganham status de grandes mentores, criados de tendências e modismos, e as modelos passam a ser veneradas. Portanto, nada mais natural do que fazer da Moda um ponto de interesse para alguns personagens dos seriados. Foi assim com Donna (Tori Spelling), de ‘Barrados no Baile’, e Rachel (Jennifer Aniston), em ‘Friends’. O fenômeno, no entanto, encontra seu ponto máximo em ‘Sex and the City’.

O seriado pode ser considerado um divisor de águas na televisão em muitos sentidos e um deles é pelo peso que deu à Moda dentro do programa. Através da história, estilistas tornaram-se (ainda) mais conhecidos, tendências foram popularizadas e outras criadas – pelas mãos da figurinista Patrícia Field, que soube difundir, como ninguém, um admirável mix de peças ‘high and low’. A Moda definitivamente estava na moda.

Assim entramos nos anos 2000. No século XXI, a TV compete por espaço com outra poderosa mídia, a Internet. Os canais se desdobram em idéias para incrementar a programação, em seriados com histórias atrativas e que prendam a audiência. E a Moda é usada também como recurso para esse objetivo. É o caso, por exemplo, de ‘Gossip Girl’. Mais do que o enredo da série, o que mais se ouve falar é sobre o figurino das personagens Serena (Blake Lively) e Blair (Leighton Meester). O sucesso é tamanho que acaba de inspirar uma coleção de roupas.

No caminho ‘contrário’, mas nem tão na contramão assim, há ‘Ugly Betty’. O seriado que retrata o dia a dia da ‘feia’ Betty Suarez (América Ferrera) pela redação da Mode[3] rende boas risadas e pode até inserir algumas críticas aos padrões de moda e beleza vigentes, mas acaba sendo também o melhor exemplo – atualmente – do status que a Moda alcançou dentro da TV. Em ‘Ugly Betty’, a Moda não é só o figurino, um produto ou a profissão de um personagem, mas também o cenário, o assunto e o enredo de toda a série. E por mais que haja algumas (sutis) críticas à indústria da Moda, Betty termina a série completamente inserida nesse meio: sem aparelhos, com roupas mais modernas, corte de cabelo diferente, óculos mais ‘fashion’ e redatora-chefe de uma grande revista de Moda.




[1] Dados do site TV Series mostram que só na temporada 2009-2010 estavam previstos para ir ao ar os episódios piloto de 128 novas séries em canais de televisão americanos e canadenses.

[2] ‘A Feiticeira’ (Bewitched. William Asher. 1964. EUA) foi uma das mais famosas sitcoms produzidas pela rede de televisão americana ABC, de 1964 até 1972. Segundo dados do Instituto Nielsen, a série atingiu 31 pontos de audiência e terminou sua primeira temporada como a segunda série mais assistida nos Estados Unidos. Em 1965, ‘A Feiticeira’ terminou atrás somente do seriado sobre faroeste, Bonanza, produzido pela NBC, no ar desde 1959.

 

[3] A Revista Mode realmente existiu. Era destinada à mulheres ‘acima do peso’ e foi cancelada em 2001.

Mulherzinha na Copa

Não poderia deixar de fazer um post sobre a Copa do Mundo! Afinal, em que outro momento nós, mulheres, achamos que entendemos de futebol tão bem quanto os homens e assistir um jogo se torna  programa pra lá de interessante? (Se contar que é uma ótima oportunidade de encontrar aquele gatinho. Afinal, a quantidade de homens reunidos em um só lugar aumenta substancialmente! RS) Só em Copa do Mundo mesmo!

Por isso, resolvi colocar em campo algumas observações básicas para ajudar as outras ‘mulherzinhas’ a se enturmarem nesses dias de jogos do Brasil.

Para começar, é importante lembrar que a combinação verde, amarela e azul não favorece ninguém. Nem a Gisele! Portanto, nada de sair por aí toda paramentada nas cores da bandeira brasileira. O espírito ufanista pode acabar assassinando o bom senso fashion.

Uma camiseta com a bandeira ou as cores do nosso país combinada com uma peça neutra (um jeans, uma saia preta ou um short) já é suficiente. Complemente o visual com adereços divertidos. Para aquelas que gostam de ser discretas até na hora de torcer, os tais adereços divertidos caem super bem (pode ser um aquinho, um lenço, uma echarpe, pulseiras). Tudo nas cores de nossa bandeira, é claro. Para completar: capriche no make.

Agora, se você não entende nada de futebol mas quer se enturmar, causar aquela boa impressão na turma ou no gatinho, a dica é decorar algumas frases de efeito para usar durante os jogos. Elas não dizem muita coisa, mas quem ouvir vai achar que certamente você tem alguma intimidade com o esporte. O truque é falar com segurança e com bastante indignação. Pode ser algo do tipo “essa equipe precisa jogar mais pelos flancos!”, “Falta um homem de definição nesse time!” ou “Eles não estão conseguindo fazer a ligação entre o meio de campo e o ataque!”.

Dunga

Dunga2

Por fim: o que foi o visual do Dunga no jogo contra a Coréia do Norte? Ok, ok, não estava tão mal assim.  Nem de longe lembrava aquela horrenda combinação verde e amarela que ele usou na convocação. A blusa de gola alta estava bem ok (apesar de que eu não gosto de homens com esse tipo de blusa, mas…) . Mas não sei… acho que ainda falta alguma coisa para ele chegar lá!

O dilema do presente

Já tinha  preparado um post sobre Sex and the City e afins (eu vi o filme na sexta-feira), mas resolvi deixá-lo de lado para falar sobre algo mais sério: o presente de Dia dos Namorados.

Estava conversando com uma amiga sobre a árdua tarefa de comprar um presente para a data. Foi quando ela me lembrou de que pior do que escolher uma lembrança para o ‘namorandinho’  é decidir dar ou não presente para o ‘peguete’. Principalmente, se o peguete está querendo, na verdade, ganhar um ‘upgrade’.

Esse realmente é o maior dilema do Dia dos Namorados. O que fazer com o peguete nessa situação? No melhor dos mundos, a data seria sutilmente esquecida pelo dois lados. Mas como isso está longe de acontecer, vamos às opções:

1- Não comprar presente.

Ok. Você resolveu abstrair a data. Mas e se ele chegar com uma lembrancinha especial? Aquele presentinho comprado com todo amor e carinho? O clima certamente vai pesar quando  ele perceber que você não estava assim tão ligada  data e não comprou nada… tsc tsc tsc (Uma confissão:  já passei por isso!! Tive que comprar no dia seguinte um presente para tentar me redimir! rs)

2- Você compra um presente

Na dúvida, o melhor é comprar uma lembrancinha. Uma caixa de chocolate, por exemplo. Algo para deixar de ’stand by’, caso o cidadão apareça todo-todo com aquele presente que comprou para você. Se ele esquecer a data, melhor: a maravilhosa caixa de bombons é todinha sua. 

Passado o dilema do presente, chega-se ao problema número 2: “o que fazer com o peguete no Dia dos Namorados”?

É preciso ter muito cuidado: qualquer programinha a dois ou mais romântico (como jantar, cinema…) pode dar a impressão de que você está querendo elevar o nível da relação. E se isso não é intenção de alguma das partes, é melhor pensar em outro passeio para a data!

Sair com casais de amigos também pode não ser uma boa ideia. Apesar de não estarem sozinhos, o clima ‘casalzinho’ pode influenciar a percepção do peguete sobre o relacionamento de vocês dois. O efeito inverso acontece se saírem com um grupo de amigos solteiros para curtir a ‘noite’.

A solução: sair com um grupo de casais só de ‘peguetes’! Assim, estão todo no mesmo barco! Senacional!!

Fashion Rio: makes e afins

photo3

Impossível entrar em um backstage e não reparar em todos aqueles produtos de beleza espalhados pelas bancadas de maquiadores e cabeleireiros. Uma das coisas que mais gosto de fazer é ficar quietinha num canto só olhando esses profissionais trabalharem. São tantos sprays, secadores, blushes, sombras e afins que deixam você maluca! Rs Isso sem falar na infinidade de pincéis… para todos os usos!

photo8

Mas, algumas coisas me chamaram a atenção nesta temporada: make para verão é sempre mais lveinho. Não dá para encher o rosto de produtos para depois acabar ‘derretendo’ no calor. Além disso, a estação pede um blush mais rosado, com aquela cara de saudável. Por isso, não vi nada muito diferente em maquiagem. Adorei os olhos da Ausländer. É algo bem simples de fazer: sombra pink com delineador bem marcado. Só precisa ter uma mão firma para não errar no traço!

Auslander - Fashion Rio Verao 2011

Achei legal também o batom rosinha só no lábio inferior que apareceu no desfile de Giulia Borges. Acho que a ideia não pega no dia-a-dia, mas o tom de rosa é lindinho e apareceu também no desfile da Maria Bonita extra. Uma ótima ideia para ajudar a compor os looks românticos do verão.

Giuliana Borges - Fashion Rio Verao 2011

Já na bancada dos maquiadores, me chamou a atenção a presença constante de três produtinhos: o primeiro, todo mundo já conhece muito bem – é a base Face and Body, da MAC (que eu acabei de comprar!). É incrível: 9 entre 10 maquiadores usaram. Acho que tinha visto tanta variedade de tons assim antes só mesmo nas lojas da marca! RS

O segundo item é o Colossal, rímel de volume da Maybelline. Já ouvi muita gente falando bem dele (comprei e estou adorando, mesmo porque tem um super custo-benefício: custa menos de R$ 20 e realmente dá um volume aos cílios…). Foi usado por maquiadores nos desfiles da Ausländer, Cavendish, New Order, Isabela Capeto…

E o último item é o demaquilante para a área dos olhos da Nívea. Esse eu também acabei de comprar para testar! Rs

achados

Já no quesito cabelos: o verão pede cabelos mais natuais, soltos e tal. Mas, para quem quer fugir do visual ‘cabeleira’, as tranças são uma boa opção. Apareceram na Redley, Salinas, Têca… Mas nada daquela trança perfeitinha. O atual é deixá-las meio desfeitas, sabe? Bem larguinhas, ‘mal acabadas’, no bom sentido. Na Têca, se não em engano, eles faziam um rabo de cabalo, depois a trança e por fim a prendiam em um coque super fofo.

 Agora, quem quiser um look mais diferente, pode copiar a ideia da New Order. O penteado é super simples de fazer.

photo

Fashion Rio: os eleitos

Este será um verão mais delicado e romântico. Pelo menos foi a essa a impressão que tive após a semana carioca de desfiles. Com exceção de uma grife ou outra com pegada mais rocker ou sexy – como Ausländer e Carlos Tufvesson – o que se viu na passarela foram modelitos mais (como dizer??) femininos, delicados mesmo. Muitas saias (sempre curtas, claro!), estampas florais e cores delicadas… as ‘candy colors’: versões um pouco mais vivas do que os tons pastéis de azul, rosa, verde….

Os meus eleitos:

Graça Ottoni -  mais básica, minimalista… porém extremamente chique! Amei as peças com brilho e quero muito o blazer branco brilhoso que apareceu na passarela.  (É só clicar nas imagems para ampliá-las)

Crédito: Ag. Fotosite

Crédito: Ag. Fotosite

Maria Bonita Extra – as estampas estavam um luxo e as modelos pareciam desfilar por um encantador jardim.

Crédito: Ag. Fotosite

Crédito: Ag. Fotosite

Filhas de Gaia  – os vestidos eram ‘mais do mesmo’, nada de muito novo, mas amei a inspiração no universo lúdico e imaginário que super me lembrou Tim Walker.

 

Crédito: Ag. Fotosite

Crédito: Ag. Fotosite

Printing - para começar, amei a trilha sonora – a música antiguinga que citei no post anterior. Além disso, os vestido em cores básicas, porém super trabalhados e com aquele estilo ladylike me conquistaram. Adoro o ‘truque’ de amarrar o cinto à cintura ao invés de afivelá-lo.

Crédito:Ag. Fotosite

Crédito:Ag. Fotosite

Isabela Capeto – o que falar o trabalho de bordado e aplicações de pedras e afins dos vestidos? Lindos, românticos… bem a cara da estilista.

Crédito: Ag. Fotosite

Crédito: Ag. Fotosite

Moda praia - Lenny, como sempre, estava chique e atemporal. Porém, o desfile de beachwear que mais gostei foi o da Triya. Fiquei encantada com as estampas da grife, estreante no Fashion Rio. O biquíni amarelo com estampa tipo de oncinha é um ‘Tem Que Ter’.

Reprodução JB Online

Reprodução JB Online

A Cor – Amo os tons de rosa mas a minha do cor do verão será mesmo o azul. Vale qualquer variação: desde os mais clarinhos, bem cor de glacê (sabe?), passando por um tom mais ‘queimado’ e chegando ao azulão Bic. Essa foi uma cor constante nas passarelas do FR.

Filhas de Gaia - Fashion Rio Verao 2011

Nos Pés – Os sapatos no estilo Oxford foram constantes na passarela. Adorei a combinação com os vestidos leves, típicos do verão. Cria um look arrumadinho e brinca com a ideia de ‘pegar emprestado’ alguma peça do guarda-roupa do namorado para dar uma ‘pesada’ no look. O modelo reinou ao lado de sanálias pesadas, com salto meia-pata.

Related Posts with Thumbnails